<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795</id><updated>2011-07-28T08:56:48.013-03:00</updated><title type='text'>Desta.ca - Web 2.0 Internet é gente.</title><subtitle type='html'>Artigos e notícias sobre web 2.0</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-115272774599643709</id><published>2006-07-12T15:01:00.000-03:00</published><updated>2006-07-12T15:09:05.996-03:00</updated><title type='text'>Web 2.0 na Revista Info</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"APAGUE TUDO QUE VOCÊ SABE SOBRE INTERNET"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/1600/info_web2.0.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/320/info_web2.0.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É com este tom sensacionalista que a conceituada revista info do mês de Junho começa seu tema de capa: web 2.0. A reportagem mostra como o assunto não é apenas um blá-blá-blá de marketing, mas algo realmente revolucionário. Depois de alguns dos maiores jornais do Brasil, só faltava a Info falar sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ainda no ano passado começamos a divulgar estes conceitos, e trabalhar com eles, algumas pessoas diziam que isso não era algo importante. Hoje as principais autoridades do campo de informática, nacional e internacional, tratam do assunto com seriedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-115272774599643709?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/115272774599643709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=115272774599643709' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115272774599643709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115272774599643709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/07/web-20-na-revista-info.html' title='Web 2.0 na Revista Info'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-115048567854575632</id><published>2006-06-16T16:11:00.000-03:00</published><updated>2006-06-19T01:19:56.433-03:00</updated><title type='text'>O pai da internet e a Web 2.0</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/1600/050911_cerf_plus.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/400/050911_cerf_plus.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Pai da Web, Vinton Cerf,  fala sobre o futuro da internet e um pouco sobre web 2.0.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"AGÊNCIA ESTADO - Após o estouro da bolha da internet, em 2000, a rede teve alguns anos tranqüilos. Aí, ano passado, veio a Web 2.0, com muitos serviços novos. O que causou a nova onda? E até onde ela vai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VINTON CERF - Demorou vários anos para os investidores recuperarem a confiança. Nós teremos cada vez mais informações pessoais online, sejam registros médicos, financeiros ou o seu calendário. E tudo será aberto, então os programas vão entender dados enviados por outros programas. E, nos sites de busca, se nós entendermos o significado, o contexto de um termo, poderemos mostrar apenas as respostas relevantes. É isso que as pessoas querem: "Não me mostre 24 milhões de resultados, eu só quero uns três" (risos)."O apoio do criador da internet à idéia da web 2.0 é mais um motivo para os investidores e empreendedores acreditarem que esta não será mais uma bolha, mas é a consolidação do que realmente dá resultado na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundovirtual/2412501-2413000/2412848/2412848_1.xml"&gt;Leia toda a entrevista no último segundo.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-115048567854575632?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/115048567854575632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=115048567854575632' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115048567854575632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115048567854575632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/06/o-pai-da-internet-e-web-20.html' title='O pai da internet e a Web 2.0'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-115024332042681943</id><published>2006-06-13T20:53:00.000-03:00</published><updated>2006-06-13T21:27:11.820-03:00</updated><title type='text'>Web 2.0 na Folha de São Paulo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Folha de São Paulo publicou no dia 10/06 três matérias sobre web 2.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Mostrando mais uma vez que o tema não é mais um modismo, cujo interesse seria restrito aos profissionais envolvidos diretamente com internet, a Folha de São Paulo fala de forma clara e objetiva sobre a Web 2.0 e os benefícios que ela nos traz. Confira ;)&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/1600/Logo%20Folha.0.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/400/Logo%20Folha.0.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml"&gt;Entenda o que é a Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20174.shtml"&gt;Internet ganha etiquetas e se rende à personalização de conteúdo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chamada &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml"&gt;web 2.0&lt;/a&gt;, a personalização também chegou à internet. E uma das tendências mais populares desse tipo de ação é a adição de tags em conteúdo publicado na web. Tag, em inglês, significa etiqueta e tem a função de designar nomes ao conteúdo digital, facilitando sua classificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20175.shtml"&gt;Web 2.0 permite a usuário fazer design de sites&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tecnologia chamada Ajax, fartamente utilizada pelo Google, permite que internautas distribuam como quiserem o conteúdo das páginas que visitam. Com um simples arrastar do mouse, é possível rediagramar uma página eletrônica.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sua opinião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Você acha que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;todo mundo deveria saber&lt;/span&gt; o que é Web 2.0 ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;este é um assunto técnico&lt;/span&gt;, somente para nerds e aficionados por internet ? Dê sua opinião nos comentários abaixo ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-115024332042681943?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/115024332042681943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=115024332042681943' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115024332042681943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/115024332042681943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/06/web-20-na-folha-de-so-paulo.html' title='Web 2.0 na Folha de São Paulo'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114870054279820416</id><published>2006-05-27T00:13:00.000-03:00</published><updated>2006-06-19T01:17:34.330-03:00</updated><title type='text'>Nossa agência no Diário do Comércio.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://desta.ca/Imagens/diario-do-comercio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/735/1864/200/logo_dc.0.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Nós da agência desta.ca fomos citados hoje numa &lt;a href="http://desta.ca/Imagens/diario-do-comercio.jpg"&gt;matéria sobre web 2.0&lt;/a&gt; no Diário do Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Veja um trecho:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;" 'O Ajax trouxe a interatividade. Isso já era possível com o flash, que é muito limitado em relação ao Ajax, pois nele não é necessário instalar nenhum plugin, não tem limite de tamanho e se integra com qualquer linguagem de programação' explica o especialista no assunto Gilberto Alves Jr. Ele criou a primeira agência digital voltada exclusivamente para a Web 2.0, a Desta.ca. (  http://desta.ca), para criação e produção de sites, aplicativos online e marketing performance (como melhorar o desempenho nas páginas dos buscadores, com links patrocinados). 'Apesar de ser considerada por alguns especialistas como uma plataforma, nada mudou na internet, o que mudou foi o nosso jeito de entendê-la', diz Alves"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Só pra complementar, nós definimos marketing de performance assim: Marketing de performance é uma ação de marketing com objetivos pré-definidos e resultados mensuráveis. Nesta abordagem, em vez de pagar para que as pessoas somente vejam o seu anúncio, você paga somente quando as pessoas clicam nele, ou seja, quando o anúncio dá o resultado esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro trecho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Ou seja, os programas rodam em todos os lugares mas só existem em um lugar, no servidor. "Em vez de grandes e complexos softwares, na Web 2.0 eles são simples e modulares, assim fica mais fácil tirar ou acrescentar uma funcionalidade ou compartilhar uma parte dele com outro software", observa Gilberto Alves."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://desta.ca/Imagens/diario-do-comercio.jpg"&gt;Leia a matéria completa aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por favor, deixe um comentário pra gente - nós somos carentes, sabe  ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114870054279820416?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114870054279820416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114870054279820416' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114870054279820416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114870054279820416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/05/nossa-agncia-no-dirio-do-comrcio.html' title='Nossa agência no Diário do Comércio.'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114826229050080696</id><published>2006-05-21T22:31:00.000-03:00</published><updated>2006-05-23T15:02:56.026-03:00</updated><title type='text'>Google Web Toolkit simplifica desenvolvimento Ajax</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Novo serviço gratuito do Google ajuda os programadores a trabalharem com Ajax. Transforma programas em Java para web, faz a interface, o JavaScript, integra com CSS... Entenda a lógica da oferta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Eu costumo dizer que Ajax é uma maravilha, mas que dá muito trabalho para programar e por isso, em alguns casos, não é uma boa opção porque pode ficar caro. Bem, talvez eu já não fale mais isso. Explico: o Google lançou um novo serviço que ajuda os programadores a trabalharem com Ajax. É o &lt;a href="http://code.google.com/webtoolkit/" target="_blank"&gt;Google Web Toolkit&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;strong&gt;Os problemas de se programar com Ajax.&lt;/strong&gt;  Os programadores, inclusive os do Google, dizem que desenvolver um programa em Ajax, como o Gmail, por exemplo, é um muito chato, pois perde-se muito tempo com bobagens. Isso porque HTML não é exatamente uma linguagem de programação, nem CSS; então, para fazer programas que funcionam pela internet (utilizando Ajax, para funcionar rapidamente) é preciso utilizar o JavaScript.   &lt;p&gt;Aí começam os problemas. JavaScript não é uma linguagem de programação robusta. É cheia de detalhezinhos chatos que podem fazer um programador passar horas para solucionar um problema que seria muito simples em uma linguagem de programação melhor. Além disso, sabe lá Deus porque, cada navegador interpreta o JavaScript de formas diferentes. Então, o coitado do programador, além de agüentar as frescuras de uma linguagem que não é lá essas coisas, acaba tendo que fazer programas específicos para cada navegador. Ou em um detalhezinho da programação, fazer de um jeito para o Internet Explorer e de outro para o Firefox. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Isso ficando somente nestes dois, os mais importantes no momento. Mas para quem se preocupa com acessibilidade mesmo, de verdade, ainda há o Opera, o Safari, entre vários outros. Sinceramente, não dá pra ficar programando e testando em cada navegador, resolvendo os problemas de cada um, etc. Isso é terrivelmente chato e demorado ? acredite em mim. Depois que apareceu o Ajax eu ouço muito mais murros na mesa, vindos do pessoal da programação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Além disso, o programador ainda tem que coordenar quantos scripts serão carregados, para o site não ficar pesado, e quando cada um será carregado. Em alguns navegadores, se o usuário clicar em um botão ? que vai fazer algo no programa usando JavaScript ? antes da página estar completamente carregada, o navegador pára de carregar o script e dá tudo errado. Vai novamente o programador correr atrás de uma solução... &lt;/p&gt;  &lt;strong&gt;Como o Google Web Toolkit ajuda&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;Mas, talvez, tudo isso seja algo que fique no passado, quando nós tínhamos que   nos preocupar com essas coisas. Os programadores do Google trabalharam muito   com Ajax, fazendo o Gmail, o Google Calendar, o Google Maps, o Google Suggest   (ok, já parei...) e puderam sentir na pele os problemas que o Ajax traz. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para resolver isso eles desenvolveram um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Framework" target="_blank"&gt;framework&lt;/a&gt; que os ajuda a programar com Ajax. Eles fizeram isso para o uso deles, para os próprios programadores do Google serem mais produtivos, passando mais tempo jogando hockey ou indo às mini-cozinhas do Googleplex e menos tempo se irritando com os problemas malucos dos navegadores. Mas então alguém lá dentro teve a brilhante idéia de liberar isso para todos os usuários. Esse é o Google Web Toolkit. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Agora funciona assim: o programador pode fazer todo o seu programa em Java, que é uma linguagem muito madura e robusta, mais ou menos como se estivesse desenvolvendo um programa local, e depois o GWT (Google Web Tookit) transforma este programa em web, fazendo a interface, o JavaScript, integrando tudo com o CSS etc. E faz tudo funcionar direitinho em todos os browsers, coordena os scripts, faz da forma mais leve e melhor para o usuário possível. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outra coisa interessante é que o GWT dá várias bibliotecas de eventos prontos. Então, várias &lt;a href="http://code.google.com/webtoolkit/documentation/examples/kitchensink/demo.html" target="_blank"&gt;funcionalidades interessantes&lt;/a&gt; do Ajax ficaram a meia dúzia de letras de distância do programador, em vez de horas de programação. É como se você pudesse pegar um pedaço do código de alguém e usar na sua programação, só que você não precisa passar um tempão tentando entender o código que você pegou, está tudo documentado, fácil, pronto. E você pode estender essas bibliotecas agregando as funcionalidades que precisar. Depois, pode reutilizar aquilo para qualquer outro programa que você precisar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitos programadores ao redor do mundo ? eu leio os &lt;a href="http://digg.com/programming/New_Google_tool_compiles_Java_to_AJAX" target="_blank"&gt;comentários&lt;/a&gt; das noticias por aí ;) ? ficaram muito impressionados com essa novidade. Nós aqui na Desta.ca também ficamos empolgados, pois agora poderemos fazer os programas que estamos planejando de forma muito mais rápida e fácil do que antes. Isso também impacta no prazo que determinamos para um projeto, porque programando desta forma o desenvolvedor tem muito mais controle sobre o que está acontecendo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não vamos entrar aqui nos detalhes de como funciona o GWT... Até porque você não teria tempo de ler. Pra isso você pode ler a &lt;a href="http://code.google.com/webtoolkit/documentation/" taget="_blank"&gt;documentação&lt;/a&gt; do programa no site (só em inglês, pois é).&lt;/p&gt;  &lt;strong&gt;Mais fácil ou mais difícil?&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;Um detalhe nisso tudo pode passar despercebido: a programação é feita em Java. Ainda que seja uma linguagem muito poderosa e confiável, não é qualquer um que programa em Java. Então, se você sabe alguma coisa de ASP, PHP, mas não tem facilidade para ir para o Java assim, de um dia para o outro, talvez seja mais fácil começar com Ajax a partir do JavaScript mesmo... Mas para quem tem coragem (ou tempo) de aprender a trabalhar com Java, ou já conhece a linguagem, certamente tudo ficará mais fácil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma das coisas que mais muda é a filosofia de programação. Antes, sem o Ajax, a maior parte da programação era server-side (ou seja, processa no servidor e depois mostra a página pronta para o usuário). Segundo o Google, agora tudo é programado client-side (ou seja, processa no navegador do usuário, não no servidor). E quando se precisa de alguma coisa que seja server-side, isso será acessado como um serviço. Você ainda pode fazer coisas em ASP, PHP... Mas será mais fácil trabalhar com JSP, porque está mais próximo do Java.&lt;/p&gt;  &lt;strong&gt;Onde está a armadilha?&lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;Ok, ok, o Google liberou um programa que vai ajudar muito os programadores, muito mesmo. Mas quando a esmola é demais, o santo desconfia. Então, onde está a armadilha de marketing aí? O que será que eles ganham dando isso tudo assim, de graça? Teremos que hospedar nossos sites no Google? Teremos que colocar propaganda dele no nosso site? Ele fica sendo dono da nossa programação? Não, não... nada disso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A filosofia web 2.0 do Google é justamente manter uma simbiose com o usuário, com a comunidade. Fazer uma relação ganha-ganha. Então, o que o Google ganha? Qual é o ouro do Google neste caso? É uma só palavra, e como bom brasileiro eu vou manter em inglês: feedback.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É aí que está a grande sacada. O Google libera esta ferramenta, os usuários irão devolver muitos comentários e soluções que o Google nunca havia pensado, muitas idéias novas, muita informação que, para ter, eles teriam que gastar muito dinheiro e tempo. Os programadores sabem disso e gostam de ajudar o Google, de graça porque sabem que a ferramenta vai ser melhorada para eles mesmos. O mundo livre da web 2.0 não é lindo?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Essa é também a resposta a vários outros casos nos quais o Google só está gastando e não cobra nada, nem ganha com publicidade, como o Orkut, por exemplo. Essa é a fórmula para se fazer um bom serviço na web 2.0: libere o serviço cedo, quando ele é bem simples (isso não significa que é cheio de bugs!), e não cobre nada, a não ser os comentários dos usuários. Então você saberá muito mais rapidamente por onde ir, em qual funcionalidade investir mais, qual deixar para lá, onde estão os problemas mais sérios etc. É a internet viva: quando o programa está com problema, dói no corpo dos usuários, eles gritam, então você arruma o remédio com mais urgência.&lt;/p&gt;&lt;a href="http://googleblog.blogspot.com/2006/05/making-ajax-development-easier.html"&gt;Leia mais no blog do Google.&lt;/a&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2840"&gt;Artigo Publicado no Webinsider da UOL.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114826229050080696?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114826229050080696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114826229050080696' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114826229050080696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114826229050080696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/05/google-web-toolkit-simplifica.html' title='Google Web Toolkit simplifica desenvolvimento Ajax'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114746163013670866</id><published>2006-05-12T16:19:00.000-03:00</published><updated>2006-05-15T00:35:47.696-03:00</updated><title type='text'>Buscas avançam com resultados sob novos critérios</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Google Co-op, Desktop 4, Notebook e Trends são os mais novos serviços ou produtos que melhoram as buscas no computador, organizam favoritos e aproveitam a inteligência coletiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de lançar e-mail, chat, sites de notícias, página personalizada e outros brinquedos, o Google lançou agora quatro novidades para lembrar as pessoas que o que eles têm de melhor ainda é a busca. Vamos ver quais são essas novidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" title="Google Co-op" href="http://www.google.com/coop/"&gt;- Google Co-op&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; É mais um jeito do google aproveitar a inteligência coletiva para melhorar sua busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona assim: um colaborador (qualquer pessoa ou organização) pode adicionar links e classificar estes links. Qualquer pessoa pode "assinar" esse colaborador. Então quando a pessoa fizer uma busca, os resultados do colaborador aparecerão primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, se o webinsider fizesse um profile no google coop, e você assinasse esse profile, toda vez que você buscasse web 2.0, por exemplo, no google, apareceriam primeiro alguns links sobre web 2.0 do webinsider, depois os resultados do google.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhe: ao contrário do que o google diz, não é nada fácil aprender a mexer neste treco e criar o xml feed que é preciso para colaborar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" title="Google Desktop 4" href="http://desktop.google.com/"&gt;- Google Desktop 4&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; A ferramenta que já era muito boa para procurar arquivos no seu computador, foi melhorada. Agora ela tem vários Gadgets interessantes como tocadores de mídia, relógios, agregadores de notícia e um que mostra seus compromissos do google calendar.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Google Notebook.&lt;/span&gt; Parece ser um competidor dos "social bookmarkers" (sites que guardam seus links favoritos e compartilham com os amigos, como o  &lt;a title="del.icio.us " href="http://del.icio.us/"&gt;del.icio.us &lt;/a&gt;  e &lt;a title="blogmarks" href="http://blogmarks.net/"&gt;blogmarks&lt;/a&gt;). Este produto ainda não foi lançado, está prometido para a próxima semana, mas eu encontrei &lt;a title="alguns screenshots" href="http://www.flickr.com/photos/ericajoy/tags/notebook/show/"&gt;alguns screenshots&lt;/a&gt; que explicam como este programa funciona melhor do que a minha descrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia aqui é ajudar você a guardar aquilo que encontra na web (e no google) para encontrar depois e compartilhar isso com seus amigos. É uma iniciativa interessante, porque hoje em dia dependendo do assunto, eu não sei se busco no google ou no del.icio.us. O primeiro robotizado, o segundo feito pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" title="Google Trends." href="http://www.google.com/trends"&gt;- Google Trends.&lt;/a&gt; Talvez seja a novidade mais interessante. Antes já havia o &lt;a title="Google Zeitgeist" href="http://www.google.com/press/zeitgeist.html"&gt;Google Zeitgeist&lt;/a&gt; , que mostrava aquilo que as pessoas mais buscaram em determinado ano e lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com o Google Trends você fazer uma busca e ver o quão popular aquela palavra chave é. Veja por exemplo, &lt;a title="esta comparação" href="http://www.google.com/trends?q=Alckmin%2C+lula%2C+garotinho&amp;ctab=0&amp;amp;geo=BR&amp;date=2006"&gt;esta comparação&lt;/a&gt;, entre a popularidade de Lula, Alckmin e Garotinho no Brasil em 2006. Dá pra ver como aumentaram as buscas por Alckmin justamente em março, quando o PSDB o confirmou como candidato. A idéia é essa, você pode escarafunchar o banco de dados do google e utilizar essas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a deixa, vamos fazer uma brincadeira? Faça uma pesquisa interessante no google trends, &lt;a title=" como essa por exemplo" href="http://www.google.com/trends?q=amo%2C+odeio&amp;amp;amp;amp;ctab=0&amp;geo=BR&amp;amp;date=all"&gt;como essa por exemplo&lt;/a&gt; (o amor ainda está ganhando), &lt;a title="ou essa" href="http://www.google.com/trends?q=loira%2C+morena&amp;ctab=0&amp;amp;amp;amp;amp;geo=BR&amp;amp;date=all"&gt;ou essa&lt;/a&gt; (as loiras ganham, mas a briga é boa) e envie o endereço da busca e suas idéias comentando este artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/Buscas_avancam_com_resultados_sob_novos_criterios/id/2829"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114746163013670866?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114746163013670866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114746163013670866' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114746163013670866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114746163013670866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/05/buscas-avanam-com-resultados-sob-novos.html' title='Buscas avançam com resultados sob novos critérios'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114652076241215672</id><published>2006-05-01T18:57:00.000-03:00</published><updated>2006-05-12T22:08:28.126-03:00</updated><title type='text'>Web 2.0 é tudo isso e ainda mais um pouco.</title><content type='html'>&lt;b&gt;A web 2.0 consolida o que realmente funciona na internet, coloca a conversa das pessoas em primeiro plano e muda o conceito de programação em busca de leveza e simplicidade. Não é pouca coisa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que não é fácil definir o que seja web 2.0. Bem, a melhor definição que eu tenho é essa, inspirada na que se encontra na &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;: web 2.0 geralmente se refere à segunda geração de serviços disponíveis na internet que permite às pessoas colaborarem e compartilharem informações online.&lt;p&gt;Diferentemente da primeira geração, marcada pelas páginas estáticas, a web 2.0 dá ao usuário uma experiência tão rica quanto a que ele teria se estivesse utilizando um programa instalado no seu computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabem as seguintes perguntas: a web 2.0 é o resultado do amadurecimento da internet como um negócio que realmente deu certo? É o resultado dos conhecimentos adquiridos pelas empresas que resistiram à crise da internet de 2001 (a famosa &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2079" target="_top"&gt;bolha assassina&lt;/a&gt;)? É um apanhado de conceitos e técnicas que devem ser levados a sério por quem quer ter resultado na internet? É a nova geração da internet?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seria o resultado de toda uma geração de pessoas que cresceram com o mouse na mão, que desenvolveram seus melhores relacionamentos pela internet, que encontraram seus empregos pela internet, que não saberiam como viver sem a web, a internet da nova geração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta me parece óbvia: é tudo isso e mais um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Web 2.0: a nova geração de serviços de internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço dizer por aí que web 2.0 está sendo desmistificada e não passa de um jogo de marketing, um novo nome para coisas que já são feitas há muito tempo... É preciso entender algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, as mudanças na história se dão em termos de processo, não de evento. A web 2.0 não aconteceu de uma hora para a outra, logo após uma &lt;a href="http://www.web2con.com/" target="_blank"&gt;conferência&lt;/a&gt;, ou assim que foi escrito o &lt;a href="http://oreillynet.com/lpt/a/6228" target="_blank"&gt;artigo do Tim O?Reilly&lt;/a&gt; sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela vem acontecendo, se transformando, num processo que acabou culminando na eliminação de alguns conceitos antigos e na adoção de outros conceitos que mostraram dar mais resultado quando se faz um projeto de internet. Ou seja, é óbvio que muito ? se não tudo ? que se tem dito que é web 2.0 remete a projetos antigos de internet que deram certo. O detalhe é que a web 2.0 é a internet que aprendeu com seus próprios erros, que entendeu quem é, o que faz, para quê veio ao mundo, que endenteu por onde deve caminhar para chegar onde quer, enfim que amadureceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A web 2.0 é a nova geração da internet. É a consolidação de tudo que realmente funciona na internet e a rejeição do que era disperdício de dinheiro e tempo, cópia mal feita de outras mídias (como o jornal de papel) e mau uso da interatividade. Web 2.0, essa nova geração de serviços na internet, é entender que &lt;strong&gt;internet é gente&lt;/strong&gt;. Ou como disse a revista &lt;a href="http://www.msnbc.msn.com/id/12015774/site/newsweek/" target="_blank"&gt;Newsweek&lt;/a&gt;, "Web 2.0 é internet viva... O que faz a internet ser viva é muito simples: nós".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente, web 2.0 é entender que um site pode ter coisa muito melhor que simplesmente audiência, um site pode desenvolver uma comunidade. A internet antiga, a web 1.0, era um lugar longe onde nós íamos para buscar informação, a web 2.0 é onde nós vivemos e nos relacionamos. Segundo Tim O'Reilly, a idéa central é aproveitar a inteligência coletiva, a sabedoria das multidões. Ou seja, a voz do povo é a voz de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto a essa idéia, com a web 2.0 vêm também novos modelos de negócio, novas formas de se fazer publicidade online (interatividade e marketing de performance), novas técnicas de programação (Ajax), novas formas de design (com foco maior na usabilidade), novas formas de conteúdo (com participação do usuário), enfim, o assunto é gigantesco, mas o principal é entender que internet é gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Web 2.0: a internet da nova geração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que ponto a web 2.0 é, na verdade, o modo de entender a internet da geração que cresceu com ela? O jeito de pensar das pessoas que aprenderam a desenvolver seus relacionamentos no MSN messenger é claramente diferente da geração anterior. Não é à toa que a primeira coisa que se pensou em fazer com a internet foi publicação. As pessoas não podiam conceber naquela época que a nova geração ia se relacionar tanto pela internet e ia gostar disso. Não se podia imaginar que eu, no meu trabalho, poderia conversar o dia todo com a minha esposa que está no trabalho dela... Ninguém podia imaginar as mudanças na linguagem que a internet faria. Quantas pessoas dizem "nem" em vez de "não" por que se acostumaram a escrever assim para evitar o "til"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É entendendo quem é esta nova geração, que está crescendo na internet, que entendemos melhor o que é a web 2.0. Uma empresa que tenta comunicar uma mensagem a esta geração está perdida. Não é possível comunicar ? no formato "via de mão única", emissor-receptor ? uma mensagem a este pessoal. Eles estão acostumados a interferir na mensagem, a responder instantaneamente, a interagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa possibilidade de interagir com a mensagem e com outras pessoas que recebem essa mesma mensagem, é essa possibilidade de se relacionar que marca a nova publicidade na internet, o novo conteúdo da internet, os novos modos de programar na internet, os novos modelos de negócio na internet, enfim, a web 2.0: a nova geração da internet e a internet da nova geração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/Web_2_0_e_tudo_isso_e_ainda_mais_um_pouco/id/2816"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114652076241215672?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114652076241215672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114652076241215672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114652076241215672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114652076241215672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/05/web-20-tudo-isso-e-ainda-mais-um-pouco.html' title='Web 2.0 é tudo isso e ainda mais um pouco.'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114600946303297549</id><published>2006-04-25T20:47:00.000-03:00</published><updated>2006-04-25T20:59:02.633-03:00</updated><title type='text'>Desta.ca e a Web 2.0 no Yahoo!</title><content type='html'>Saiu hoje com destaque uma &lt;a href="http://br.news.yahoo.com/articles/techtuesday/060425/48/13ye5.html"&gt;matéria sobre Web 2.0 no Yahoo!&lt;/a&gt;. Nesta matéria, que eu tive o prazer de colaborar, Barbara Oliveira fala sobre a importância da web 2.0 e de como ela está mudando a vida dos usuários de internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja um trecho em que a Bárbara cita a desta.ca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="a6"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Um dos especialistas da nova plataforma no Brasil, Gilberto Alves Jr., diretor de uma empresa exclusiva de Web 2.0, chamada &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://desta.ca/" target="blank"&gt;Desta.ca&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, diz que a partir da Web 2.0 Conference, a internet deixou de ser uma rede mundial de computadores e se tornou uma plataforma. Mas nada mudou, a internet continua a mesma, diz ele, o que mudou foi o nosso jeito de entendê-la, a partir do exame dos projetos de internet que deram certo."&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://br.news.yahoo.com/articles/techtuesday/060425/48/13ye5.html"&gt;Leia a matéria completa.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bom que a web 2.0 está se popularizando cada vez mais no Brasil! Obrigado Bárbara!&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114600946303297549?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114600946303297549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114600946303297549' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114600946303297549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114600946303297549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/04/destaca-e-web-20-no-yahoo.html' title='Desta.ca e a Web 2.0 no Yahoo!'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114511991397672968</id><published>2006-04-15T13:50:00.000-03:00</published><updated>2006-04-16T19:57:35.866-03:00</updated><title type='text'>Google Calendar se destaca entre os concorrentes</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Calendar, a nova agenda lançada pelo Google, é superior em vários pontos em relação a outros serviços de agenda já estabelecidos como 30 Boxes, Yahoo, HipCal, Kiko e Elefante. Veja onde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente se usava o Outlook para organizar a agenda. Mas isso era antigamente, quando seus dados ficavam só no seu computador, quando era complicado fazer um software na internet, quando as pessoas tinham paciência para esperar vários minutos para buscar por uma informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google lançou sua agenda online, onde já existem vários concorrentes. Vamos analisar porque o &lt;a href="http://www.google.com/calendar/"&gt;Google Calendar&lt;/a&gt; pode ser considerada a melhor agenda diante de seus concorrentes e o que nós podemos aprender com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outros produtos semelhantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias agendas online. Vamos ver algumas e depois os pontos onde o Google se diferenciou para ser o melhor neste ramo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://30boxes.com/"&gt;30 Boxes.&lt;/a&gt; Era a que utilizava até ser lançada a do Google. A interface é boa, usando Ajax. Eu posso ver as agendas dos meus amigos e compartilhar a minha. Oferece a mesma filosofia de usabilidade agora também presente no Google Calendar: você digita os dados em um único campo e o sistema reconhece a data, o lembrete, local, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.calendar.yahoo.com/"&gt;Yahoo. &lt;/a&gt;Foi a primeira que usei. É totalmente web 1.0: a interface recarrega a página a cada clique, o sistema de compartilhamento é complicado. Enfim, ficou pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hipcal.com/"&gt;HipCal.&lt;/a&gt; Ganhou o prêmio máximo na categoria Agenda no &lt;a href="http://web2.0awards.org/"&gt;Web 2.0 Awards&lt;/a&gt;. Tem Ajax e boa usabilidade ? embora não seja muito simples nem muito rápido ?, além de uma série de itens úteis, como inserir eventos, coisas a fazer, compartilhamento, agenda de um grupo, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.kiko.com/"&gt;Kiko. &lt;/a&gt;Outra agenda que não pode deixar de ser considerada. Rápida, com um compartilhamento legal, você insere o evento rapidamente, mas a interface é um pouco confusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.elefante.com/"&gt;Elefante.&lt;/a&gt; Tem bastante tempo no Brasil. Mas cobra para dar funcionalidades que são comuns no Google Calendar, como RSS, espaço em disco (dá no máximo 1Gb, enquanto o Google dá 2,7 Gb de graça), lembretes ilimitados, entre outras coisas. A interface (que melhorou muito) ainda não tem Ajax, é lenta e difícil de usar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O faz a agenda do Google ser a melhor?   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma análise rápida, independente da preferência do leitor que pode muito bem ser um usuário satisfeito de outra agenda online, o Google se posiciona como referência principal em web 2.0. Algum pontos podem ser observados em uma comparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A interface. &lt;/span&gt;Todas as agendas citadas são bastante rápidas (exceto a do Yahoo), mas a do Google parece ser praticamente instantânea. Além disso, é muito mais fácil e aproveita melhor a área da tela. É gostoso de usar, não dá preguiça. O Google nunca usou tanto Ajax em nenhum outro produto. Surpreende. É a lição numero 1 deste caso de web 2.0: a experiência do usuário deve ser rica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abordagem social. &lt;/span&gt;É fácil ver na mesma interface a sua agenda e a dos seus amigos. Assim, é possível marcar uma reunião entre uma equipe de trabalho sabendo que ninguém tem compromisso naquela data. Outras agendas têm isso, mas a interface que o Google fez é melhor. Você pode compartilhar o tanto que quiser. Lição 2: internet é feita de gente, e gente gosta de se relacionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Integração com Gmail.&lt;/span&gt; Ao compartilhar um evento com um amigo, o Google Calendar já sabe o e-mail dele, porque é um contato freqüente no Gmail. É muito fácil enviar convites para amigos e saber se eles vão comparecer ou não ao seu evento. A integração com o Gmail também faz com que eu confie mais no sistema de lembretes (que envia um e-mail pra mim quando o evento está para acontecer, se eu configurar pra isso acontecer). E quando você mandar um e-mail do Gmail para um amigo, se disser que é um evento, este será inserido no Calendar... Lição 3: seus produtos têm que formar uma plataforma, com uma relação de simbiose entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Integração com outros calendários.&lt;/span&gt; iCal é um padrão pelo qual a agenda do Google se integra com vários utilitários. Por exemplo, o Netvibes (que é um sistema de página inicial, como o Google home page) tem um módulo de iCal; assim eu posso colocar o Google Calendar nele e através do Netvibes ver os meus eventos. Lição 4: seu sistema deve ser aberto, para possibilitar integração com outros sistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Busca. &lt;/span&gt;É claro, o Google ainda é uma empresa de busca. Portanto, você não precisa ser muito organizado para achar sempre o que precisa, basta usar o buscador na agenda. Usuários do Outlook da Microsoft vão adorar, pois a busca do Outlook é lenta e difícil de usar. Lição 5: o usuário tem que encontrar o que precisa, quando precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;É grátis, sem pop-ups e sem banners.&lt;/span&gt; O modelo de negócio que vai fazer o Google tirar dinheiro do Calendar aparentemente é o mesmo do Gmail: espaço para publicidade em anúncios de texto. Mas a filosofia do Google para ganhar dinheiro é a seguinte: se um produto tiver muitos usuários, o dinheiro virá. Ou seja, podem existir outros modelos de negócio por trás. Lição 6: faça seu produto com foco 100% nos usuários e procure um jeito de tirar dinheiro do produto sem fazer nada que os usuários não gostem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agenda na internet é uma boa oportunidade de negócio. Não é à toa que existem tantas. O problema agora será concorrer com o Google. Ao mesmo tempo, outras oportunidades acabam aparecendo junto a isso, como fazer mashups com a agenda do Google. É o caso do módulo de calendário do &lt;a href="http://www.netvibes.com/"&gt;Netvibes.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta análise rápida, independente da preferência do leitor que pode muito bem ser um usuário satisfeito de outra agenda online, nós podemos ver porque o Google é a referência principal quando falamos de web 2.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://googleblog.blogspot.com/2006/04/its-about-time.html"&gt;Leia mais no blog do google.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/Google_Calendar_se_destaca_entre_os_concorrentes/id/2797"&gt;Publicado no webinsider.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114511991397672968?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114511991397672968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114511991397672968' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114511991397672968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114511991397672968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/04/google-calendar-se-destaca-entre-os.html' title='Google Calendar se destaca entre os concorrentes'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-114489956307788646</id><published>2006-04-13T00:38:00.000-03:00</published><updated>2006-05-12T22:29:26.776-03:00</updated><title type='text'>Ajax também enfrenta problemas. Veja quais são.</title><content type='html'>&lt;b&gt;Ao exibir conteúdos em uma página só e carregar apenas as informações necessárias, para garantir eficiência e agilidade, os desenvolvedores Ajax quebram a cabeça com o despreparo dos browsers.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco meses após o primeiro artigo sobre Ajax (?Não é tecnologia, é um jeito?, veja ao lado) muita coisa aconteceu e já há uma maturidade maior para se falar sobre isso. Antes de mais nada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ajax veio pra ficar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos de web 2.0, falamos em serviços na internet, softwares na internet. Ora, isso é completamente inviável sem Ajax ou algo parecido. Quer dizer, na verdade, existem centenas de tecnologias pra se fazer softwares na web, de "JavaApplets" (que o &lt;a href="http://box.net/" target="_blank"&gt;Box.net&lt;/a&gt; usa de forma linda, no qual se pode arrastar e soltar uma pasta do computador para a internet). Existem também plugins. Isso é muito antigo. O Ajax foi a primeira tecnologia a aparecer com uma solução nativa do navegador. Sem precisar instalar nenhum plugin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o passo que nós já demos em direção à web 2.0 não pode ser desfeito. Seja com Ajax ou alguma tecnologia similar, jamais se deve deixar uma página ser recarregada a cada comando que o usuário dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas utilidades já consagradas para o Ajax&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas coisas que podem ser feitas com Ajax têm o poder de viabilizar vários sites e novos serviços que estão aparecendo por aí. Vamos tentar relacionar algumas destas competências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interface numa única página&lt;/strong&gt;. Sem recarregar a página a cada comando, é possível fazer softwares na internet com performance semelhante à do software local. Isso não era possível antes ? embora as tecnologias que compõem o Ajax estejam aí há muito tempo, este jeito de pensar em desenvolvimento web é muito novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arrastar e soltar&lt;/strong&gt;. Você já imaginou um sistema operacional como o Windows sem o recurso de arrastar e soltar? A internet era mais ou menos assim. Agora, com o Ajax, ficou fácil trabalhar com arquivos (como o &lt;a href="http://www.box.net/" target="_blank"&gt;Box.net&lt;/a&gt;), com blocos de informação configuráveis (como o &lt;a href="http://www.netvibes.com/" target="_blank"&gt;Netvibes&lt;/a&gt;), entre várias outras funcionalidades que só apareceram na internet quando se tornou possível arrastar e soltar.&lt;  &lt;strong&gt;Páginas mais rápidas&lt;/strong&gt;. Quem não sabe disso, né? A função principal do Ajax é deixar tudo mais rápido. Sem esperar tudo recarregar, a gente consegue induzir o usuário a fazer coisas que de outra forma ele jamais faria, por preguiça ou falta de tempo. Novamente o mesmo exemplo: eu teria preguiça de clicar em um formulário de contato se souber que vai demorar para carregar. Mas não teria se fosse instantâneo. Qual é a diferença aqui? Um site com Ajax dá mais retorno ? teoricamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maior capacidade de personalização&lt;/strong&gt;. Com Ajax se tornou possível fazer um site e deixar cada usuário remoldá-lo como quiser. Antes já era possível? Sim, era. Mas era terrívelmente difícil. Agora basta clicar em um link "edit" em algum canto, clicar num comando e está pronta a mudança no site. Ou clique em um conteúdo e arraste para outro lugar. Ou clique em um botão de avaliação sem precisar parar de ler a notícia... Enfim, sem espera, sem chateação, deixe o site do jeito que você quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa lista poderia continuar, porém o mais importante está aí. Além do mais, trabalhando na minha empresa (&lt;a href="http://desta.ca/" target="_blank"&gt;Desta.ca&lt;/a&gt;) com Ajax tenho tido algumas dores de cabeça e percebo que a maioria dos programadores ao redor do mundo tem os mesmos problemas... Quero falar um pouco sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alguns problemas relacionados ao Ajax&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tecnologia tão nova não poderia deixar de ter problemas. Estes problemas acontecem ou pela falta de maturidade da tecnologia e conhecimento dos programadores que estão começando a trabalhar com isso, ou porque a própria internet não está totalmente pronta para essa revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vão algumas preocupações e problemas, classicamente apontados quando se trata de Ajax. Vou chamá-los, carinhosamente de bichos-papões do Ajax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt;. Se a interface do seu site é toda em uma página só, como o usuário vai guardar um determinado artigo nos seus favoritos? Como ele vai enviar este conteúdo para um amigo? A falta de um link permanente (problema também quando se faz um site todo em Flash) é um monstro. Porque um dos corações da web 2.0 são os blogs... Como eu vou falar no meu blog sobre um artigo, video, áudio ou qualquer conteúdo, sem ter um link direto para ele? Cada programador está procurando sua própria solução, mas nós temos que procurar padrões para essas soluções. Assim a tecnologia vai ter maturidade mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;strong&gt;Botão Voltar&lt;/strong&gt;. O que acontece quando você clica no botão Voltar em um site Ajax? Hoje temos duas opções (fora as gambiarras com programação suja): ou não acontece nada, ou não volta para o lugar que você queria. Acontece que os navegadores não têm um evento para o programador dizer o que acontece na sua página quando o usuário clica Voltar. O máximo que o navegador consegue dizer é que o usuário saiu da página. E aí, recomendamos ao usuário não clicar no botão Voltar e damos o problema por resolvido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;Recarregar&lt;/strong&gt;. Acontece a mesma coisa com o botão Recarregar. O navegador só entende que o usuário saiu da página... mas recarregar uma página e voltar para a anterior são ações muito diferentes. Por que o navegador não tem "eventos" para os botões Voltar e Recarregar? Simplesmente porque antes não era preciso. Agora, com Ajax, é preciso. Novamente, alguns programadores fazem gambiarras (como iframes escondidos, que causam um mooonte de bugs no sistema) para driblar esses problemas. Mas é preciso uma solução padronizada, simples e limpa para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;Compatibilidade entre navegadores&lt;/strong&gt;. Pelo tamanho do nome já se vê que esse deve ser um mostro enorme, que sai de baixo da cama quando os programadores apagam a luz em seus quartos. Realmente, é um problemão programar em JavaScript pensando nas frescuras de um browser e de outro. Tableless não resolve o problema, cada browser interpreta CSS de um jeito. O Internet Explorer tem um monte de bugs ao trabalhar com Javascript (por exemplo, às vezes quando se escreve um código, ele simplesmente "esquece" de passar um parâmetro). Os programadores ficam loucos com isso. Isso aumenta o custo do produto final e deixa todo mundo bravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;Segurança&lt;/strong&gt;. Quando você faz um monte de processos pelo lado do cliente, e não no servidor, se o programador não for bom, pode ser abertas brechas enormes de segurança. A tecnologia ainda não tem padrões muito bem definidos para segurança quando se trata de Ajax. Por enquanto eu não ouvi falar de nenhum problema sério, mas os programadores têm um pouco de medo quanto a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade continua trabalhando. A internet está mudando. O mundo todo está mudando. Basta ter paciência para ver a maturidade dessa tecnologia chegar e todo mundo ser mais produtivo. Um pouco de boa vontade do pessoal dos navegadores, um pouco de boa vontade dos programadores em compartilhar as soluções e todos poderemos dormir um pouco mais tranqüilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2801"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-114489956307788646?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/114489956307788646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=114489956307788646' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114489956307788646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/114489956307788646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2006/04/ajax-tambm-enfrenta-problemas-veja.html' title='Ajax também enfrenta problemas. Veja quais são.'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-113521816693742242</id><published>2005-12-22T00:21:00.000-02:00</published><updated>2006-05-12T22:40:38.363-03:00</updated><title type='text'>Web 2.0: chega a hora de repensar conteúdo</title><content type='html'>&lt;b&gt;As informações geradas pelo seu projeto devem ser consideradas com a máxima importância. Esse conteúdo deve ser adequadamente definido e gerar serviços para o usuário.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo anterior, sobre a internet ser uma plataforma (veja ao lado), dissemos que para começar um projeto web, as pessoas deveriam (além de tomar um café bem forte) primeiro pensar nas informações que o projeto levará ao público, depois pensar no programa que entregará este conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo vamos trazer algumas reflexões sobre como seria o conteúdo de um projeto web a partir das convenções da Web 2.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Defina qual é o conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por incrível que pareça, muitos projetos começam sem que os envolvidos saibam com muita certeza qual será o conteúdo. Entretanto, normalmente as pessoas vão até um site procurando uma informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não há um documento que defina exatamente qual será o conteúdo do projeto e as informações a serem transmitidas ao usuário, o objetivo do projeto não estará claro e é provável que alguém se perca no meio do caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse documento será tão específico quanto for o conteúdo do seu projeto. No caso do &lt;a href="http://www.flickr.com/" target="_blank"&gt;Flickr&lt;/a&gt;, por exemplo, o conteúdo dele se resume em uma palavra: fotos. Tendo isso em mente, eles pensaram em como obter essas fotos, que seriam o conteúdo do projeto, e como mostrá-las ao usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Google tem como conteúdo toda a informação do mundo, e pretende organizá-la. Mas o buscador do Google é bem mais modesto, só quer ter como conteúdo todas as páginas da internet e entregá-las ao usuário através da busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende? Essa questão do conteúdo é séria mesmo. É preciso escrever em algum lugar de forma sucinta qual será o conteúdo do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lembre-se: o conteúdo deve gerar serviços.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Web 2.0 a gente já não pensa em termos de publicação, mas de serviços. Publicação de informações é um serviço, sim ? o Webinsider é um bom exemplo disso ?, mas é só um entre os infinitos que poderiam ser ofertados. É importante ter consciência disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo: O &lt;a href="http://maps.google.com/" target="_blank"&gt;Google Local&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://maps.yahoo.com/" target="_blank"&gt;Yahoo Local&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://maps.msn.com/" target="_blank"&gt;MSN Maps&lt;/a&gt; são serviços gratuitos de localização e mapas. Basicamente este serviço não passa de entregar de forma eficiente uma informação: mapas. Mas os serviços que podem ser gerados a partir destas informações são muitos. Alguns exemplos: &lt;a href="http://www.chicagocrime.org/map/" target="_blank"&gt;o mapa do crime em Chicago&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alanapost.net/where/"&gt;mapa de bares&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.stolasgeospatial.com/traffic.html" target="_blank"&gt;mapa de trânsito&lt;/a&gt;, entre &lt;a href="http://googlemapsmania.blogspot.com/" target="_blank"&gt;muitos outros&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um editor de textos web como o Writely é um serviço. Qual é a informação neste caso? Textos de qualquer tipo. Se o conteúdo fosse imagens ou planilhas, o serviço seria completamente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, na hora de pensar em um tipo de informação para um projeto, pense grande e descubra que serviços estas informações podem prestar e invista nestes serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estando definido qual será o conteúdo, é hora de gerar este material. Agora você tem que definir como ele será gerado e isso é muito importante. Existem várias formas, veja algumas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sistema IPC&lt;/strong&gt;. Esse é um sistema de criação de conteúdo muito utilizado por aí. IPC é uma sigla para "Isso é um Problema do Cliente". Eu digo desde já que esse sistema não é muito recomendado, pois pode apresentar erros graves de redação, atrasar o cronograma, trazer prejuízos e vários outros bugs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Webwriters&lt;/strong&gt;. São redatores que trabalham especificamente na área de desenvolvimento de matérias e textos para internet. É melhor contratar webwriters do que jornalistas de mídia impressa ? que podem não conhecer bem a linguagem web ? porque os primeiros têm conhecimentos fundamentais para a eficiência de um projeto de conteúdo. Esta é a forma mais tradicional de produção de conteúdo (entre as formas sérias de se fazer isso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A hora da participação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns projetos que estão totalmente dentro do paradigma 2.0 como &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/tags/" target="_blank"&gt;Flickr&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.blogger.com/" target="_blank"&gt;Blogger&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.orkut.com/" target="_blank"&gt;Orkut&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://del.icio.us/" target="_blank"&gt;del.icio.us&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://my.yahoo.com/" target="_blank"&gt;My.yahoo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt; etc. produzem praticamente 100% do seu conteúdo desta forma: através da participação dos próprios usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, estando o sistema de colaboração pronto, o conteúdo será todo gerado pelos próprios usuários, sem a necessidade de um webwriter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na web 1.0 já existia conteúdo colaborativo. Eram os guestbooks, fóruns etc. O problema é que essas coisas eram colocadas num site de qualquer jeito, sem consciência da importância da colaboração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o conteúdo colaborativo também pode ser parcial. Lojas como Amazon ou o Submarino sabem muito bem disso. O conteúdo de uma loja são os produtos, mas além das informações sobre os produtos inseridas pela própria loja, os usuários também podem escrever resenhas e avaliações. Eu mesmo nunca mais compro um produto na internet (a última coisa que eu comprei foi um chuveiro) sem ir antes numa loja virtual e ver qual é o mais vendido, o que os usuários dizem sobre esse produto etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas campanhas de publicidade estão sendo feitas através de conteúdo colaborativo. Um exemplo foi o Nike 10k, onde os usuários que entravam no site da corrida respondiam à provocação "Eu corro porque:...", e algumas frases interessantes ? sabe-se lá se eram de usuários ou não ? foram lançadas em outdoors.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites de conteúdo estão acordando para esta realidade e dando ao usuário a possibilidade de comentar a notícia. Em alguns casos os comentários são melhores e mais ricos que a própria matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas dá pra confiar nesses caras?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei lá, viu? Eu mesmo não confio muito nos usuários não... hehe (brincadeira). Mas o pessoal da &lt;a href="http://www.web2con.com/" target="_blank"&gt;conferência Web 2.0&lt;/a&gt; confia, e muito, muito mesmo. Tanto que um dos principais preceitos deles é confiar no usuário. E como esse pessoal da Web 2.0 ganhou muito dinheiro com a internet, eu acho que é uma boa idéia dar um crédito para eles. Quem sabe não estão certos, só pra variar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo a Wikipedia ? uma enciclopédia feita totalmente pelos usuários &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/AdPortalv5/InternetInterna.aspx?GUID=F0DD83E1-A6E0-4A4F-A65D-35050CEC2773&amp;amp;ChannelID=2000012" target="_blank"&gt;passou por maus bocados&lt;/a&gt; por causa de uma informação falsa. A credibilidade deles foi abalada, mas logo veio &lt;a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI797169-EI4802,00.html" target="_blank"&gt;outra notícia&lt;/a&gt;, onde a revista Nature considera a Wikipedia quase tão exata quanto a Enciclopédia Britânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é a seguinte: se alguns maus elementos vão falar besteira, há milhares de outros para corrigir aquela besteira e reescrever algo interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, se você quer o "selinho web 2.0" no seu projeto, a preocupação com a participação não pode faltar. Esta é uma forma fantástica de gerar conteúdo ? e eu falarei mais sobre isso em outros artigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programas que geram o conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de gerar conteúdo é através de programas que façam isso automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor exemplo (se tratando de Web 2.0, sempre) é o Google. O Google tem um programa, um robô, que passa pela internet inteira pegando as páginas e colocando-as no seu banco de dados. Além disso, o tem um programa que avalia as páginas, para verificar qual é mais relevante na busca. Assim o Google reúne todo o conteúdo do seu sistema de forma automatizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma coisa acontece no Google News. O sistema busca notícias automaticamente e relaciona as mais relevantes em um site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma forma muito inteligente de gerar conteúdo porque não depende de pessoas e consegue muito público ? e resultado financeiro, é claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A importância do conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo nós vimos que o conteúdo, as informações do seu projeto, devem ser considerados com a máxima importância. Esse conteúdo deve ser adequadamente definido e gerar serviços para o usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso deve haver um cuidado especial com a forma como o conteúdo é gerado. Não deixe isso de lado como um problema do cliente. Pense no que é melhor para o projeto: contratar um webwriter, trabalhar conteúdo participativo (lembrando-se de confiar no usuário), ou desenvolver programas que gerem o conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, além de definir e gerar um conteúdo relevante, é preciso organizá-lo, para que o usuário encontre facilmente o que precisa. No próximo artigo eu vou falar sobre como a organização das informações é tratada no contexto da Web 2.0 e do conteúdo participativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2673"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-113521816693742242?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/113521816693742242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=113521816693742242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113521816693742242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113521816693742242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2005/12/web-20-chega-hora-de-repensar-contedo.html' title='Web 2.0: chega a hora de repensar conteúdo'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-113391727538528508</id><published>2005-12-06T23:00:00.000-02:00</published><updated>2006-05-12T22:47:50.393-03:00</updated><title type='text'>A nova internet é uma plataforma</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os empreendimentos na internet que deram certo pensam na web como uma plataforma, não como uma simples rede de computadores. Entenda esse novo conceito e o reconheça bem perto de você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando  ouvimos a pergunta "o que é internet?" a resposta está na ponta da  língua: "é a rede mundial de computadores". Bem, a partir da &lt;a href="http://www.web2con.com/" target="blank"&gt;Web 2.0 Conference&lt;/a&gt; , a internet deixou de ser uma rede mundial de computadores e se tornou uma plataforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não... Nada mudou... A internet em si continua a mesma. O que  mudou foi o nosso jeito de entendê-la, a partir do exame dos projetos  de internet que deram certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a internet começou - esta é a Web 1.0 - ela era feita de  sites que publicavam conteúdo. Era uma forma digital de fazer  exatamente a mesma coisa que a mídia impressa já fazia há séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o amadurecimento da internet, as pessoas começaram a perceber  que ela é muito mais que simplesmente publicação de conteúdo em sites.  Percebemos que a internet poderia ser um meio de prestar serviços.  Estes serviços são prestados através de programas. Estes programas  rodam em uma plataforma: a própria internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta idéia de internet como plataforma é a essência da web 2.0.  Embora a conferência realizada nos EUA tenha como objetivo rever a  internet, em todo o material que eu li sobre isso não vi um trabalho  para reconceituar a internet. Eu penso que isso seja essencial para  entendermos a web 2.0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outro conceito para internet.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É necessário dar outro conceito à web, diferente de "rede de computadores". Eu sugiro o seguinte:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;?A internet é uma plataforma onde rodam programas de gestão de informações?.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É só uma sugestão inicial para começar a discussão, a nossa  discussão, sobre o que é a nova internet. É um conceito muito menos  glamuroso que "a rede das redes" ou "rede mundial de computadores", mas  é mais funcional, de acordo com os conceitos e objetivos da web 2.0.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para entender este conceito vamos dividi-lo em três partes:&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A internet é uma plataforma...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que é uma plataforma? Talvez não seja o melhor, mas o mais popular  exemplo é o Windows. De forma bem simples e superficial, a plataforma é  o lugar onde os programas existem. Ela dá os elementos que os programas  precisam para existir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como me ensinou meu amigo &lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10185489376502153193" target="blank"&gt;Eduardo Rosa&lt;/a&gt;,  com toda didática e paciência que lhe é peculiar: se o software fosse  um cachorrinho, a plataforma seria a casinha onde ele fica, a água e a  comida, é tudo que ele precisa para existir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso do Windows, por exemplo, a janela é o Windows que faz; o que  está dentro dela é o programa que faz. Quem diz o que deve ser impresso  é o programa, quem manda a informação para a impressora é o Windows, a  plataforma. A internet é assim: um lugar, um ambiente, a plataforma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entender profundamente o que é plataforma, o conceito em si, é coisa  para os cientistas da computação, mas a internet como plataforma é  coisa para todos que se envolvem com ela. Portanto, vamos prosseguindo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;...onde rodam programas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu ainda me lembro como era legal poder ir tomar um café, conversar  com uns amigos e ir ao banheiro enquanto eu esperava o Word abrir. Bons  tempos aqueles em que o Word não abria quase instantaneamente como  acontece hoje.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um processador de texto, hoje, realmente não demanda muito  processamento. Justamente por esta razão estão aparecendo serviços na  web que fazem isso tão bem quanto ou melhor que os programas locais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O melhor exemplo é o Writely. Mesmo tendo o Open Office instalado  aqui em casa, eu estou usando o Writely. Isso porque com ele eu posso  acessar ou editar este artigo de qualquer lugar do mundo, chamar  pessoas para colaborar, publicar (com somente um clique) no meu blog,  entre outras funcionalidades que só existem porque o programa está  rodando na internet como plataforma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito se tem dito, e eu mesmo disse, sobre Ajax (veja ao lado). Mas  o Ajax é só um filho deste novo conceito de internet. O Ajax existe  para viabilizar a existência de programas que têm a internet como  plataforma. A mesma coisa com o RIA. É impossível, ou inútil, entender  o que é Ajax sem pensar na web como plataforma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é à toa que a Microsoft está fazendo o &lt;a href="http://beta.asp.net/default.aspx?tabindex=7&amp;tabid=47" target="blank"&gt;Atlas&lt;/a&gt;,  uma ferramenta para ajudar os desenvolvedores a trabalhar com Ajax. Ela  sabe que o futuro da internet são programas e serviços. E ela mesma  está correndo atrás do prejuízo e fazendo todo tipo de investimento em  programas na internet (os estadunidenses gostam de chamá-los de "live  software").&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Qualquer site, na verdade, é um programa de computador. Mas mesmo  sabendo disso, durante toda a era da web 1.0 (e a maioria de nós ainda  estamos nesta era) os desenvolvedores fizeram programas para mostrar  páginas de conteúdo, copiando a mídia impressa. Eles não perceberam que  a web dá muito, muito, muito mais recursos de gerenciamento de  informações que uma revista ou livro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na web 2.0 o usuário não somente lê a informação. Ele envia  informações ao software que poderão ser lidas por outros usuário  (comentários em matérias, scrapbook do orkut, blog, fotolog etc), ele  pega as informações para usar para outros fins em outros softwares  (clipping de uma notícia em um blog), ele transforma a informação  (Wikipedia), ele exibe e recebe a informação do jeito que ele quiser  (RSS, XSL, newsletter), ele compartilha informações instantaneamente  (Messenger), enfim, o único limite que existe para o usuário interagir  com o conteúdo é a nossa criatividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seria bom parar de pensar em criar um site e começar a pensar  livremente num programa que entregue ao usuário a informação de uma  forma eficiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;...de gestão de dados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O buscador do Google é um programa fantástico. Ele tem recursos de  avaliação de sites que mostram os resultados conforme a relevância, é  muito rápido, é multimídia, etc., etc... Mas pense comigo: o que ele  seria sem o banco de dados que tem? Como diria o Caetano Veloso, ele  seria &lt;a href="http://www.caetanoveloso.com.br/sec_busca_obra.php?language=pt_BR&amp;amp;amp;amp;amp;page=1&amp;amp;id=145" target="blank"&gt;a superfície iridescente da bola oca&lt;/a&gt;. Seria uma coisa fantástica e maravilhosa, mas completamente inútil e sem sentido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre isso, Tim O'Reilly diz, &lt;a href="http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html" target="blank"&gt;na sua explicação sobre web 2.0&lt;/a&gt; : "O valor de um programa é proporcional ao tamanho e dinamismo do conteúdo que ele ajuda a administrar".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os estadunidenses da Web 2.0 estão repetindo bastante: content is  king. Realmente eles estão certos, o conteúdo é o rei da nova internet.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para entender a internet como plataforma é necessário separar o que  é a informação do que é o software. Para começar um empreendimento web  as pessoas deveriam se fazer duas perguntas:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Que tipo de dados nós vamos ter? E então fazer estratégias para  adquirir estes dados, aproveitando todos os recursos que a internet dá,  inclusive os usuários que freqüentam o site.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Como vamos mostrar estes dados ao usuário? E então desenvolver  programas para mostrar os dados, preferencialmente sem predefinir um  comportamento para o usuário mas fazendo o software de forma que o  usuário possa modificá-lo e receber somente a informação que ele  quiser, do jeito que ele quiser&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados têm valor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu me lembro de ter o maior orgulho de montar meu próprio  computador, comprando cada peça, e depois colar o adesivinho "Intel  inside" e "Asus", para dizer que meu computador era o máximo. Na  internet 2.0 esses adesivinhos serão dados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um bom exemplo disso é o &lt;a href="http://maplink.uol.com.br/index.asp" target="blank"&gt;Maplink&lt;/a&gt; . Ele usa o software do &lt;a href="http://maps.google.com/" target="blank"&gt;Google Maps&lt;/a&gt; para mostrar fotos de satélite da região que você está procurando (e  isso por si só já é um ótimo exemplo de internet como plataforma). Mas  o Google Maps, por sua vez, não tem os dados, não é o dono das fotos de  satélite, o dono - no caso do lugar onde eu estava olhando - chama-se  Digital Globe. Veja só, a Digital Globe nem oferece o software que eu  estava usando, ela só tem os dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No futuro, este tipo de negócio será muito comum e muito lucrativo.  Uma empresa se especializa em ter os dados. A outra compra a base de  dados, faz o seu próprio software para entregar esses dados de forma  eficiente ao usuário e vende o serviço.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se o nosso modo de pensar em internet for separando o que é o dado  do que é o programa que o exibe, a experiência do usuário se torna  muito mais rica. O Google leva isso tão a sério que criou o &lt;a href="http://base.google.com/" target="blank"&gt;Google Base&lt;/a&gt; . O Google Base é o seguinte: se determinado dado não está em nenhum  site na internet, qualquer um pode inseri-lo diretamente na base de  dados do Google e assim esse dado poderá ser encontrado numa busca sem  estar em nenhum site.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas pense grande, dados não são apenas textos e artigos. No Orkut (e agora também no &lt;a href="http://uolk.uol.com.br/" target="blank"&gt;Uolkut&lt;/a&gt;)  por exemplo, o dado principal é o perfil de uma pessoa que se conecta  com o perfil de outra. No mesmo Orkut há as comunidades, que ainda que  não tenham nenhum conteúdo (algumas têm fóruns muito bons, outras nem  têm fórum) são dados importantes por serem uma reunião de perfis. Num  Fotolog ou no &lt;a href="http://www.flickr.com/" target="blank"&gt;Flickr&lt;/a&gt;, o dado são as fotos. No &lt;a href="http://www.apple.com/itunes/" target="blank"&gt;Itunes&lt;/a&gt; ou na &lt;a href="http://musica.uol.com.br/radiouol/" target="blank"&gt;Rádio UOL&lt;/a&gt; os dados são as músicas.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Então a internet vai substituir o desktop?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muita gente já pensou em fazer computadores que não tenham nada  instalado localmente, os chamados terminais burros. Seriam computadores  que só rodariam serviços a partir de um servidor. Mas, pelo que se pode  perceber por aí, isso ainda está fora de cogitação. Programas pesados  como o Photoshop e o 3D Studio e jogos como Half Life 2, provavelmente  jamais serão totalmente web.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É claro que a capacidade dos computadores continuará aumentando  loucamente, mas a necessidade de processamento dos programas e games  está aumentando proporcionalmente. Portanto, pelo menos nos próximos  tempos, desktop e web continuarão vivendo juntos, cada um no seu lugar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a internet pode ser a plataforma que conecta os games para jogos  online, que traz extensões e plugins a programas locais, e por aí vai.  Cada plataforma na sua especialidade, mas elas jamais estarão  totalmente separadas novamente - principalmente depois do &lt;a href="http://www.microsoft.com/windowsvista/default.mspx" target="blank"&gt;Windows Vista&lt;/a&gt;.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em vez de rede de redes, plataforma de plataformas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mais interessante é que a internet não é somente uma plataforma, é a plataforma das plataformas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Complicou? Vou tentar explicar. O Google tem um excelente software que faz busca. Usando esta função ele pôde fazer do &lt;a href="http://mail.google.com/" target="blank"&gt;Gmail&lt;/a&gt; um programa de e-mail com uma busca realmente competente e fácil, tão  boa que você nem precisa mais ordenar seus e-mails por nome ou por  bytes ou por qualquer outra coisa, basta fazer uma busca e você acha o  que quer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Google tem muitos programas e todos eles, além de viverem na  plataforma que é a web, vivem na plataforma que é o Google, com funções  compartilhadas aos vários programas que ele tem e com interatividade  entre os programas, serviços e modelos de negócio. Por exemplo, o  messenger &lt;a href="http://www.google.com/talk/" target="blank"&gt;Google Talk&lt;/a&gt; pega automaticamente a sua lista de contatos do Gmail.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro bom exemplo é o Yahoo. O Yahoo tem muitos serviços e programas. Eles criaram um serviço, o &lt;a href="http://360.yahoo.com/" target="blank"&gt;360º&lt;/a&gt; , para consolidar em um só ambiente (ou plataforma), os vários programas como Yahoo Groups, E-mail, Blog, Fotolog, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim o Google é uma plataforma, o Yahoo outra plataforma, os  serviços da Microsoft outra plataforma, os do UOL outra... E cada  plataforma tem individualmente o mesmo potencial de crescimento que a  própria internet.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pensando assim, na internet como uma plataforma onde rodam programas  de gestão de informações, e não em uma rede de computadores ou um lugar  onde se fazem simples publicações, os desenvolvedores, designers,  publicitários e empreendedores envolvidos com a internet terão muito  mais resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há muito, muito mais a se falar sobre este assunto (a nova  internet), mas como eu acho que nem todo mundo vai chegar até este  parágrafo, porque este artigo já está muito grande e a paciência das  pessoas não costuma ser assim tão grande, eu vou parando por aqui.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas vamos prosseguir aqui escrevendo sobre a nova internet.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2656"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-113391727538528508?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/113391727538528508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=113391727538528508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113391727538528508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113391727538528508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2005/12/nova-internet-uma-plataforma.html' title='A nova internet é uma plataforma'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-113313409827428062</id><published>2005-11-27T21:27:00.000-02:00</published><updated>2006-05-12T22:53:15.566-03:00</updated><title type='text'>Ajax não é uma tecnologia, é um jeito</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Uma forma  de fazer sites procura usar web standards, CSS, XML, Javascript e  outros recursos para criar páginas mais leves que só carregam as  informações necessárias naquele momento&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem  está acostumado à banda larga só usa conexão discada nos seus piores  pesadelos. Uma vez acostumado a uma boa velocidade de conexão, é  impossível voltar atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo  com conexões rápidas, diversas aplicações para web tornam-se  entediantes no processo tradicional: clica, espera, vê o resultado;  clica em outro link, espera, vê outro resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizado por empresas como Google, Microsoft e Yahoo, o Ajax é um conceito que nasceu para corrigir este problema.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Mas o que é o Ajax afinal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ajax é uma  sigla para ?Asynchronous JavaScript and XML?. Mas mesmo traduzindo  ?asynchronous? para assíncrono, a sigla não ajuda muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito  basicamente é fazer um site de forma que o usuário tenha uma  experiência assíncrona, ou seja, faça várias coisas ao mesmo tempo,  navegue em vários conteúdos ao mesmo tempo, sem ter que esperar  enquanto o site processa as informações para executar outra ação. A  cada novo conteúdo pedido pelo usuário nem sempre será preciso carregar  outra página ou a mesma página outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando  mais simples, Ajax é a internet mais gostosa de usar, sem tempos de  espera sem sentido e com muito mais possibilidades de interação do que  se tem no processo convencional.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A receita de Ajax&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os criadores do termo, o pessoal da &lt;a href="http://www.adaptivepath.com" target="_blank"&gt;adaptative path &lt;/a&gt; (www.adaptivepath.com), Ajax não é uma tecnologia, é uma forma de fazer  um site utilizando diversas tecnologias. A receita de um bolinho de  Ajax, para se comer com café bem quente numa tarde chuvosa é a  seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Web  standards e CSS. Sites preparados conforme os padrões da w3c (World  Wide Web Consortium) e utilizando a tecnologia CSS, que separa o que é  programação, o que é conteúdo e o que é estilo visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- DOM  (Document Object Model). Padrão de estrutura do html para que a  programação encontre o que precisa dentro de uma página sem problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- XML  (Extensible Markup Language). Um padrão linguagem para tornar mais  fácil a transferência de dados entre um banco de dados e outra  interface qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- XML Http  Request. Um pacotão de ferramentas de programação (nada pra se comprar,  coisa pros programadores aprenderem e usarem) que viabiliza os dados  irem e virem de forma assíncrona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E uma boa dose de JavaScript, para dar liga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São estes os elementos, as tecnologias, que compõem o Ajax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complicado?  Coisa só pra programador? Conheço muitos programadores empolgadíssimos  com essa idéia, mas o o pessoal de design, comunicação, redação, etc (o  pessoal de ?etc? sempre reclama de não ser citado), precisa conhecer e  saber o que é o Ajax?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem... Eu  não sou programador, sou designer. No escritório onde trabalho, estamos  programando muita coisa com Ajax e eu te digo: sim, se você trabalha  com web, você deve saber o que é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;?Ah... Por  que?? Já te digo: Com a possibilidade de acessar dados e interagir com  o programa sem sair da mesma página, nós, o pessoal doido da criação,  temos muito mais possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando o  usuário clica num ?fale conosco?, este botão não precisa enviar o  usuário para uma nova página. O formulário pode ser aberto em um  quadradinho na mesma pagina.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto o  usuário digita as informações, o programa já está consistindo os dados  ? ou seja, se ele digita ?eu não tenho? no campo telefone, o programa  avisa que este campo só pode conter números. E avisa quando ele termina  de digitar, e não só depois que ele clica em enviar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E quando  ele termina de digitar e envia o formulário, já com todos os dados  corretos, você não precisa fazê-lo esperar que outra página seja  carregada somente para dizer ?Parabéns, você conseguiu enviar um  simples formulário sem fazer nada muito errado, responderemos assim que  terminarmos o nosso café?. Esta mensagem pode aparecer instantaneamente  no mesmo quadradinho que você abriu para mostrar o formulário. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bobagem? Impacta o desenvolvimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez. Se  de um jeito ou de outro você precisa sempre mostrar outra página,  talvez você não precise usar o Ajax. Vale lembrar que a utilização de  Ajax aumenta bastante o tempo de planejamento de um site, já que tudo  que vai acontecer tem que ser exaustivamente discutido antes que o  programador comece a fazer o site. Usando esta tecnologia o site pode  ficar bem mais caro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas para  aplicações como o Gmail, o Ajax é fantástico. No Gmail, quando você  clica em uma mensagem, ele carrega somente esta mensagem. Mas mostra em  abas fechadas todas as conversas relativas àquela mensagem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somente  quando você clica em uma destas abas é que ele vai até o banco de dados  e traz o texto. Mas você não percebe isso porque ele não recarrega a  página, apenas coloca um ?loading? no cantinho da tela e já-já mostra  aquela mensagem. Se o Gmail tivesse que carregar todo o texto de todas  as mensagens que ele abre em abas, você esperaria muito, muito mais até  carregar o e-mail que você quer ler. Esse é o poder do Ajax.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma boa idéia para o uso do Ajax são os novos buscadores, ainda em fase beta: &lt;a href="http://www.google.com/webhp?complete=1&amp;amp;hl=em" target="_blank"&gt;Google Suggest&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://instant.search.yahoo.com/" target="_blank"&gt;Yahoo Instant Search&lt;/a&gt;. Neles você recebe sugestões de resultados enquanto digita a sua busca, sem que a página seja recarregada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra novidade genial que só é viável usando Ajax são as home pages pessoais. O Google (&lt;a href="http://www.google.com/ig" target="_blank"&gt;http://www.google.com/ig &lt;/a&gt;) e a Microsoft (&lt;a href="http://www.start.com/" target="_blank"&gt;http://www.start.com/ &lt;/a&gt;)  fizeram cada um modelos de home pages pessoais. Nestas páginas, depois  de se logar, você pode configurar o que você quer que apareça. Pode  inserir feeds de RSS, bookmarks, ver as últimas mensagens no seu e-mail  e mover as caixas de conteúdo sem que a página seja recarregada o tempo  todo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo isso  só acontece quando a programação vai ao banco de dados, faz uma  pesquisa e volta para exibir dados na sua tela que não estavam lá  antes, enquanto você fazia alguma coisa nesta mesma tela, onde agora  são exibidos resultados sem que a página toda seja carregada de novo.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Previsões à parte.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É muito  difícil dizer se o Ajax vai realmente dominar a internet do futuro.  Este jeito de trabalhar ainda é muito recente, nós não temos  distanciamento histórico nem amadurecimento da tecnologia que permitam  uma reflexão consistente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, desta  forma ou de outra, trabalhar de forma assíncrona é a diferença entre  uma revista ou jornal, onde você muda de páginas para ver os diversos  conteúdos, e a internet, onde você interage com o conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Ajax  também diminui muito a distância entre as possibilidades de programação  para desktop e as possibilidades para web. Muitos aplicativos que foram  consagrados no desktop já estão migrando para a web com muito sucesso.  Dizem que o Google está fazendo algo assim para concorrer com o Office  da Microsoft. Quem pode saber o que acontecerá?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez a  nossa internet ainda seja um macaco, pulando de galho em galho enquanto  as próximas gerações poderão falar ao telefone, usar um palm e mascar  chiclete sabor ?uva banana e kiwi? enquanto pulam de galho em galho. O  futuro dirá. Ou nós diremos a ele?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2618"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-113313409827428062?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/113313409827428062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=113313409827428062' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113313409827428062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113313409827428062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2005/11/ajax-no-uma-tecnologia-um-jeito.html' title='Ajax não é uma tecnologia, é um jeito'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19367795.post-113313401245578211</id><published>2005-11-27T21:26:00.000-02:00</published><updated>2006-05-12T22:51:45.953-03:00</updated><title type='text'>Google Analytics e a conversão de visitantes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O objetivo  dos sites é converter visitas em vendas ou outras ações. Um novo (e  gratuito) sistema de análise de tráfego oferecido pelo Google pode  ajudar com informações importantes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é feito um site? Qual é a relevância dele para a empresa? O quê ou quanto exatamente a empresa ganha com ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A respostas a estas perguntas devem estar na ponta da língua das  pessoas que trabalham para fazer um site. Mas não são fáceis. Mensurar  os resultados de projetos na internet costuma ser relativamente  complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, é extremamente necessário que todos os envolvidos  no projeto de um site saibam qual é o objetivo final. Quando isso não  acontece é como se um time de futebol não soubesse onde está o gol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O designer acha que o site deve ser mais bonito e trabalhado  graficamente, o programador diz que deve ser funcional e leve, o  cliente diz que deve ser igual ao do seu principal concorrente, cada um  chuta a bola para onde quer e muitas vezes poucos gols são marcados.  Este gol chama-se ?conversão?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversão acontece toda vez que uma visita ao site se transforma,  se converte, no objetivo do site. Por exemplo, uma loja virtual tem o  objetivo de vender seus produtos. Quando um usuário entra no site e  compra, a visita dele foi convertida na venda de um produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O foco na conversão muda tudo&lt;/strong&gt;. Quando todo o time  sabe para onde correr, o entrosamento entre os departamentos fica mais  fácil. O próprio designer, que antes queria encher o site de imagens e  animações somente para demonstrar habilidade e ganhar portfólio, agora  vai querer deixar o site mais leve como o programador desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programador, que queria fazer um sistema sofisticado em uma área e  deixava outra de lado, talvez enxergue a necessidade com mais clareza,  e o cliente, talvez, se Deus quiser, vai se esquecer um pouco do  concorrente e pensar no usuário e no objetivo do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse conceito de conversão se aplica a qualquer tipo de site. No  Webinsider, por exemplo, site de conteúdo, a conversão acontece quando  o usuário lê um artigo, aprende algo novo e interessante e, ao sair,  clica em um banner relevante e assim geram renda para o site se  sustentar. Se o usuário entrar no site e ficar perdido nas chamadas,  não entrar em nenhum artigo, não se interessar pela publicidade, a  conversão não terá acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas como saber quantas conversões aconteceram de fato?&lt;/strong&gt;.  O nosso problema começa quando nos fazemos esta pergunta. Se o objetivo  do site não é somente receber visitas, mas transformar estas visitas em  vendas, transmissão real de conhecimento, contatos por telefone,  contatos por e-mail ou qualquer outro propósito, é necessário ter  ferramentas que nos ajudem a saber quantas conversões aconteceram e  quais são os hábitos do usuário no site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Google Analytics é novidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso existem diversas ferramentas como WebTrends, Predicta e  NetTracker. Muitos conceitos sobre elas já foram ensinados pela  Virginia Carcavallo aqui neste site (veja ao lado). A novidade, que  ainda não havia quando a Virginia escreveu seus artigos, é o Google  Analytics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente dos outros softwares citados por ela, este é grátis.  Com isso, um site pequeno e simples como o blog (de mensagens cristãs -  gilbertojr.blogspot.com) que eu comecei semana passada, pode usar uma  poderosa ferramenta de análise que antes de ser oferecida pelo Google  custava 500 dolares por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta ferramenta qualquer pessoa pode saber bastante sobre os  hábitos do usuário no seu site. Entre muitas outras coisas é possível&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Saber de onde o usuário veio&lt;/strong&gt;. Assim é possível  medir com precisão a eficiência da publicidade que você está fazendo.  No meu bloguezinho, por exemplo, eu sei que eu estou recebendo um  número superior de visitas através dos meus esforços de publicidade por  e-mail, pelos quais eu não pago nada, do que pelo anúncio (de um  orçamento simbólico de 22 reais por mês, para testar o serviço) que  estou fazendo no Google AdWords.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Saber quais palavras-chave trazem mais usuários&lt;/strong&gt;.  Com este recurso você pode aumentar a produção de conteúdo do seu site  a respeito daquilo que os usuários mais procuram e aumentar as visitas  do seu site. Se você faz um anúncio em qualquer sistema de busca ? não  somente no AdWords do Google ? você poderá saber em quais palavras  chave vale mais a pena investir porque você saberá quais as que geram  mais conversões e não somente visitas.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Saber de onde são os usuários&lt;/strong&gt;. Eu sei, por exemplo,  que uma pessoa que mora no município de Tanquinho/SP entrou no meu  blog. Vamos supor que em vez de mensagens cristãs fosse o site de uma  loja e em vez de um, muitos usuários de Tanquinho/SP entrassem no meu  site. Seria uma boa oportunidade para pensar em abrir uma filial da  loja em Tanquinho não é? No Google Analytics você sabe de onde veio  cada um dos usuários do seu site. Eu sei também que, embora meu site  seja em português, uma parte considerável dos usuários é dos EUA. Seria  a hora de fazer uma versão em inglês do meu site&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Configurar e analisar conversões&lt;/strong&gt;. É o recurso mais  interessante para este artigo. No Analytics você pode configurar os  passos que o usuário tem que dar para que haja a conversão. Por  exemplo, o usuário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) entra na primeira página do site,&lt;br /&gt;2) vê um produto,&lt;br /&gt;3) se cadastra como usuário,&lt;br /&gt;4) fecha o pedido,&lt;br /&gt;5) paga,&lt;br /&gt;6) vê uma tela de agradecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estando  configurados estes passos, o programa mostra quantas pessoas foram até  cada um dos passos. Você saberá, através de um gráfico ilustrado, se  muitos usuários estão parando na tela de cadastro e assim poderá tomar  uma medida prática para gerar mais conversões, como diminuir os campos  do cadastro ou melhorar o design gráfico desta tela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, sabendo onde é o gol e podendo olhar o placar para saber  quantos gols foram feitos e podendo rever os lances para saber se o  problema está no meio de campo, na zaga ou no goleiro, será muito mais  fácil mostrar ao seu cliente a importância do site para a sua empresa,  ou o quão eficiente está sendo a campanha de publicidade para o site e  exatamente onde o site precisa ser melhorado para obter mais conversões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta minha análise não como finalidade fazer propaganda do Google,  só estou citando o Analytics porque é a única ferramenta gratuita deste  tipo, e com esta competência, que eu conheço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a minha intenção é levar as pessoas envolvidas no  desenvolvimento de sites (que ainda não estejam familiarizadas com este  assunto) a pensarem nos objetivos de suas ações (a conversão) e mostrar  ferramentas práticas para a análise da eficiência na busca destes  objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, muito mais poderá ser dito, por especialistas nesta área  como a Virginia Carcavallo, por exemplo, sobre o Google Analytics, eu  só dei algumas dicas do ponto de vista da minha especialidade, que é  design de interfaces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2639"&gt;Publicado no Webinsider da UOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19367795-113313401245578211?l=nova-internet.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nova-internet.blogspot.com/feeds/113313401245578211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19367795&amp;postID=113313401245578211' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113313401245578211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19367795/posts/default/113313401245578211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nova-internet.blogspot.com/2005/11/google-analytics-e-converso-de.html' title='Google Analytics e a conversão de visitantes'/><author><name>Gilberto Jr</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03977022119586030165</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
